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	<title>Especulação imobiliária &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 14:24:39 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Especulação imobiliária &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>Como fundos e corporações expulsam pessoas de casa na cidade e no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lobby]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[financeirização]]></category>
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					<description><![CDATA[Com impulso do Estado e fome voraz do capital global, imóveis urbanos e rurais que eram lugares para viver e produzir viram ativos para rentabilidade ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É um fenômeno de meia idade. Deu as caras a partir da década de 1970, com a decisão de alguns líderes mundiais de entregar serviços estatais básicos para o mercado. Dos anos 1990 pra cá, explodiu. A bomba se chama financeirização. Por financeirização, entende-se, a grosso modo, que as sociedades foram dominadas pelo capital financeiro. Ele influencia a que horas saímos de casa…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/06/como-fundos-e-corporacoes-expulsam-pessoas-de-casa-na-cidade-e-no-campo/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vendendo o paraíso: empreendimentos de luxo cometem crimes ambientais e expulsam a população nativa de Porto Seguro</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/vendendo-o-paraiso-empreendimentos-de-luxo-cometem-crimes-ambientais-e-expulsam-a-populacao-nativa-de-porto-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[No destino conhecido por ser retiro de bilionários, imobiliárias constroem condomínios, hotéis e casas de veraneio de alto padrão em territórios que deveriam ser preservados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde pequeno, João Benedito Casimiro, hoje com 57 anos, fugia de casa, no centro de Arraial d’Ajuda, distrito do município baiano de Porto Seguro, e descia a ladeira em direção à Praia dos Pescadores. Mas ninguém se preocupava, o território era seguro. Seus pais se conheceram naquela mesma praia. “Acho que fui feito dentro de uma canoa”, brinca. Seu pai era um dos pescadores que davam…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/vendendo-o-paraiso-empreendimentos-de-luxo-cometem-crimes-ambientais-e-expulsam-a-populacao-nativa-de-porto-seguro/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Especulação imobiliária para turismo de luxo afeta alimentação de nativos em Porto Seguro</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/especulacao-imobiliaria-para-turismo-de-luxo-afeta-alimentacao-de-nativos-em-porto-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Especulação imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa das perdas alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Restinga]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Poder público ignora apagamento da cultura alimentar local e desmatamento da restinga, enquanto acessos a praias, mangues e áreas de coleta são fechados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Aqui, ó. Tem guaru”. A artista e indigenista Diana Rodriguez aponta para um arbustinho crescendo na areia da praia do rio da Barra, em Trancoso, distrito do município de Porto Seguro, na Bahia. Das folhas redondas e grossas brota um fruto magenta, do tamanho de uma jabuticaba. Diana abaixa, colhe a fruta e me entrega. É massuda, o gosto lembra o da maçã. “É raro de ver hoje em dia.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/especulacao-imobiliaria-para-turismo-de-luxo-afeta-alimentacao-de-nativos-em-porto-seguro/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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