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	<title>milho &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
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	<title>milho &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>Guarani e Kaiowá lutam para preservar cultivos ancestrais contra a soja, a fome e os ultraprocessados</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/guarani-e-kaiowa-lutam-para-preservar-cultivos-ancestrais-contra-a-soja-a-fome-e-os-ultraprocessados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Moncau]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa das perdas alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Milho branco, batata e mandioca: a persistência é a de “plantar uma roça sagrada em um campo de batalha”, define ancião indígena de 107 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Terra Indígena (TI) Guyraroká, na cidade de Caarapó (MS), plantar banana é ato arriscado. Ilhados por monocultura de soja e vendo, a algumas centenas de metros, aviões de pulverização de agrotóxico, os Guarani e Kaiowá relatam ter sido intimidados por pistoleiros ao plantar bananeiras em um local sobreposto pela Fazenda Ipuitã. Desde o fim de setembro, quando retomaram a área para impedir o…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/guarani-e-kaiowa-lutam-para-preservar-cultivos-ancestrais-contra-a-soja-a-fome-e-os-ultraprocessados/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sem orçamento e armazéns, recomposição de estoques de alimentos ‘patina’</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/sem-orcamento-e-armazens-recomposicao-de-estoques-de-alimentos-patina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Konchinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Estoques públicos]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[Conab retomou compras de mantimentos focada no milho e no arroz, mas seus armazéns contêm hoje cerca de um décimo da quantidade dos grãos que tinham há 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governo federal retomou, em 2023, as compras de alimentos para composição de estoques públicos. Na época, já havia seis anos que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) não adquiria mantimentos. A retomada das compras foi, então, anunciada com celebração em evento público. Representava, afinal, o cumprimento de uma promessa…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/sem-orcamento-e-armazens-recomposicao-de-estoques-de-alimentos-patina/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Boom do etanol de milho no Brasil pode representar menos áreas de produção de alimentos e mais desmatamento no Cerrado</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/07/etanol-milho-boom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anelize Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[mato grosso]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[muito além da porteira]]></category>
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					<description><![CDATA[Impulsionado pelo mercado financeiro, setor cresceu 800% em cinco anos. Pressão sobre terras, uso de água, emissões e danos a povos tradicionais ficam fora do cálculo sobre sustentabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os biocombustíveis estão no centro do debate sobre mudanças climáticas, apontados como alternativas sustentáveis à matriz energética dos combustíveis fósseis, altamente poluentes. A produção do etanol no Brasil é oriunda majoritariamente da cana-de-açúcar, mas, com a proibição do plantio de cana na Amazônia, a bola da vez do agronegócio é o etanol à base de milho. São estimados seis bilhões…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/07/etanol-milho-boom/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dos parceiros do Rio Bonito aos parceiros do Rio das Mortes</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/10/dos-parceiros-do-rio-bonito-aos-parceiros-do-rio-das-mortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 15:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[mato grosso]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Os Parceiros do Rio das Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Agro Xavante]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[Acumulando mais problemas e irregularidades do que produção de soja e milho, o projeto Agro Xavante divide lideranças indígenas e, com o tempo, pode criar classes sociais até aqui inexistentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ernestina parece indignada com as imagens de desmatamento exibidas no telão improvisado: “As pessoas de Sangradouro estão se iludindo.” Os Xavante da Terra Indígena Pimentel Barbosa, no leste de Mato Grosso, reúnem-se sob a lua cheia para assistir aos vídeos que captamos dois dias antes na também Xavante Sangradouro, 550 quilômetros ao sul. A atípica sessão de cinema dura não mais que alguns…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/10/dos-parceiros-do-rio-bonito-aos-parceiros-do-rio-das-mortes/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
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		<title>O milho que você come não é o milho que você gostaria de comer</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/11/o-milho-que-voce-come-nao-e-o-milho-que-voce-gostaria-de-comer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Ghirello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 15:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[transgênicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do melhoramento de espécies para cultivo ser algo antigo e muito utilizado, iniciado pelos povos originários, a chegada da técnica do milho híbrido abriu uma nova era no campo e consolidou a semente do agronegócio como conhecemos hoje no país  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O maior banco de sementes do Brasil tem quatro mil variedades de milho. Localizado em Brasília, o edifício da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é um dos maiores guardiões da biodiversidade do mundo. Cerca de três mil foram coletadas em nosso país, e pelo menos 300 estão diretamente ligadas à cultura indígena. Mas, hoje, essa variedade fica no passado. O milho que compramos…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/11/o-milho-que-voce-come-nao-e-o-milho-que-voce-gostaria-de-comer/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Governo projeta redução de até duas vezes na área plantada de arroz</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/08/governo-projeta-reducao-de-ate-duas-vezes-na-area-plantada-de-arroz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 13:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
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		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério da Agricultura prevê dois milhões de hectares a menos para arroz, feijão e mandioca em 2030. Soja e milho devem avançar mais 27% em produção e chegar a 70 mi de hectares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo do Ministério da Agricultura projeta que a área de cultivo de arroz no Brasil seja reduzida em quase 60% até 2030. A área cairia de 1,5 milhão de hectares para 600 mil hectares. Já o feijão teria uma redução em um terço, de 2,7 milhões de hectares para 1,8 milhão. Azar também da mandioca, que perderia 11% da área cultivada. Juntos, os três cultivos podem perder mais de dois milhões…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/08/governo-projeta-reducao-de-ate-duas-vezes-na-area-plantada-de-arroz/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O açaí, uma commodity?</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/02/acai-commodity/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Zocchio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 12:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
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		<category><![CDATA[Rafael Fonseca]]></category>
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		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisador reúne evidências sobre o processo de equiparação de um tradicional fruto do Norte do Brasil com produtos como açúcar, milho, palma e soja]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos idos dos anos 1990, um empresário paulista se deparou com uma pequena fruta saborosa de coloração escura, mas exótica aos olhos de um empreendedor industrial do Sudeste do Brasil. Esse encontro, no entanto, não se limitaria à interação de dois universos pitorescos distintos. Seria, na verdade, o marco de um processo atualmente em curso e que está transformando o açaí, um dos mais tradicionais…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2021/02/acai-commodity/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Brasil se parece cada vez mais com a tragédia mexicana (parte 2)</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/06/o-brasil-se-parece-cada-vez-mais-com-a-tragedia-mexicana-parte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 12:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Como a tortilla, item central da alimentação, foi sequestrada por corporações. Avanço do agronegócio e abandono da agricultura camponesa no Brasil nos aproximam das cenário desastroso do país do Norte Eu estava realmente feliz de poder visitar uma tortilleria de primeira. Sempre fico feliz quando se trata de comida mexicana autêntica. Essa explosão de sabores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava realmente feliz de poder visitar uma tortilleria de primeira. Sempre fico feliz quando se trata de comida mexicana autêntica. Essa explosão de sabores surgidos da mistura de alimentos frescos me encanta como poucas coisas na vida. Estava em Coyoacán, na zona sul da Cidade do México, área famosa por abrigar a ex-residência de Frida Kahlo e a casa onde foi morto Leon Trotsky.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/06/o-brasil-se-parece-cada-vez-mais-com-a-tragedia-mexicana-parte-2/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Por que o fim dos estoques públicos de alimentos do Brasil é um problema</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/11/por-que-o-fim-dos-estoques-publicos-de-alimentos-do-brasil-e-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 16:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[A forte diminuição dos estoques de alimentos afeta diretamente os pequenos produtores e drena a capacidade do Estado de regular os preços do mercado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gasto desnecessário ou um elemento estratégico da soberania alimentar? O debate sobre a função dos estoques públicos de alimentos é antigo. Responsável pelo desmonte absoluto, o atual governo parece não ter dúvida de que é preciso fechar os armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Como mostramos, 27 das 92 unidades já foram fechadas ou estão em vias de.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/11/por-que-o-fim-dos-estoques-publicos-de-alimentos-do-brasil-e-um-problema/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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