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	<title>a última fronteira &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Aug 2026 20:55:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>a última fronteira &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>Banco do Nordeste e Itaú financiam R$ 44 mi para soja em área de conflito agrário no Maranhão</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/08/banco-do-nordeste-e-itau-financiam-r-44-mi-para-soja-em-area-de-conflito-agrario-no-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunidades extrativistas de bacuri são separadas por corredor de monocultura; sojicultor paulista alega que famílias tradicionais dispõem de muita terra e não têm capacidade de usá-la]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sair de casa nos baixões e levar sementes para plantar uma roça temporária nas áreas altas, de chapada. Modelar com as mãos o fogão de barro embaixo da tenda de folhas trançadas de palmeira e, ali, armar as redes. O acampamento de dezenas de famílias camponesas-extrativistas das comunidades do Veredão e da Vila dos Borges, em Chapadinha (MA), costumava ser sazonal, com data certa para acontecer…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/08/banco-do-nordeste-e-itau-financiam-r-44-mi-para-soja-em-area-de-conflito-agrario-no-maranhao/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Desmatamento autorizado e aval do Incra à investidora de SP ignoram reivindicações de extrativistas no Cerrado</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/08/desmatamento-autorizado-e-aval-do-incra-a-investidora-de-sp-ignoram-reivindicacoes-de-extrativistas-no-cerrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[conflito de interesses]]></category>
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					<description><![CDATA[No Maranhão, consultora nomeada secretária-adjunta, químico em posição estratégica no Incra e advogado influente no TJ lidam com decisões de interesse de empresa paulista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o empresário paulista Gustavo Maretto de Barros chegou a Chapadinha, no leste do Maranhão, as máquinas usadas para desmatar atingiram os roçados da comunidade da Vila do Borges. Assim, os moradores ficaram sem os alimentos que são consumidos durante os três meses de acampamento da temporada de bacuri. “Ele veio e destruiu tudo”, conta seu Anastácio*. Esse e outros oito relatos foram…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/08/desmatamento-autorizado-e-aval-do-incra-a-investidora-de-sp-ignoram-reivindicacoes-de-extrativistas-no-cerrado/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Enquanto soja avança, estados do Matopiba vivem redução de milhares de hectares colhidos de arroz, feijão e mandioca</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/enquanto-soja-avanca-estados-do-matopiba-vivem-reducao-de-milhares-de-hectares-colhidos-de-arroz-feijao-e-mandioca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[Agricultores de povos e comunidades tradicionais denunciam a perda de território, o aumento de pragas e o envenenamento de suas roças por fazendas sojeiras 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma visita realizada a três territórios quilombolas do leste do Maranhão, em 2025, Emília Costa se deparou com a seguinte realidade: comunidades historicamente produtoras de arroz passaram a comprar o grão. Articuladora do Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom), Costa explica que o cenário encontrado não foi exatamente uma surpresa. “As monoculturas chegaram com muita força…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/enquanto-soja-avanca-estados-do-matopiba-vivem-reducao-de-milhares-de-hectares-colhidos-de-arroz-feijao-e-mandioca/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Compro, arrendo: como o “Rei do Ovo” encurrala comunidades tradicionais no Piauí</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem de terras]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Magnata das granjas, brasileiro Ricardo Faria avança com produção agrícola em áreas com denúncias de conflitos por desmatamento e grilagem no Matopiba; fundos da Universidade de Harvard e bancos brasileiros injetaram recursos nas mesmas fazendas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores das comunidades tradicionais Angelim, Sete Lagoas e Vão do Vico vivem da terra e das fontes d’água que cortam os municípios de Baixa Grande do Ribeiro e Santa Filomena, no sul do Piauí. Há gerações, fazem roçados, criam animais, cobrem suas casas com a palha das palmeiras nativas. Seus modos de vida contrastam com o de Ricardo Faria, empresário brasileiro que entrou para a lista…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mada e Bia, as missionárias que defendem a luta pela terra como um ato de fé</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/01/mada-e-bia-as-missionarias-que-defendem-a-luta-pela-terra-como-um-ato-de-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Merlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à terra]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes da Teologia da Libertação, setor progressista da Igreja Católica, religiosas francesas vivem há mais de 50 anos no país apoiando camponeses]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso ponto de encontro é o centro de direitos humanos da cidade. Chegamos ao mesmo tempo que as duas senhoras. Ambas de cabelos brancos curtinhos e usando colares com crucifixos. Elas descem da caminhonete. Vieram da agrovila do assentamento Lagoa da Onça, onde vivem, na cidade de Formoso do Araguaia, no sudoeste do Tocantins. A motorista da dupla é Béatrice Kruch, a Bia. Madeleine Hausser…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/01/mada-e-bia-as-missionarias-que-defendem-a-luta-pela-terra-como-um-ato-de-fe/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A última fronteira</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/a-ultima-fronteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 18:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[subhome]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta série, faremos reportagens de campo e investigações aprofundadas sobre os processos de invasão, grilagem, desmatamento e expulsão e violências contra povos e comunidades tradicionais dos quatro estados: Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2015, Dilma Rousseff assinava um decreto que, visto no futuro, pode ser um atestado de óbito. O documento criava o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba. Caberia ao comitê gestor, também aberto pelo decreto, estabelecer quais municípios de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia seriam considerados parte do Matopiba, o que foi feito em novembro daquele ano: 337 cidades ao todo.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/a-ultima-fronteira/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Gigante brasileira da soja e algodão, SLC arrenda terras com suspeita de grilagem no Matopiba</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/gigante-brasileira-da-soja-e-algodao-slc-arrenda-terras-com-suspeita-de-grilagem-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Título Verde, BlackRock e Vanguard financiam lavouras; segundo a empresa, arrendamento não abrange áreas desmatadas e não contraria sua Política Desmatamento Zero]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Nesta COP, tinha a Blue Zone, a Green Zone e a Agri Zone”, declarou Aurélio Pavinato, CEO da SLC Agrícola, em um espaço do agronegócio durante a primeira semana da COP30, em Belém do Pará. À frente das operações agrícolas de uma das maiores controladoras de terras no Brasil, Pavinato parabenizou o evento: “[a Agri Zone] vai ficar marcada na história da COP, vai colocar o agro brasileiro como…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/gigante-brasileira-da-soja-e-algodao-slc-arrenda-terras-com-suspeita-de-grilagem-no-matopiba/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Camponeses vizinhos de projetos de irrigação sofrem com incidência de câncer no Tocantins</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/10/camponeses-vizinhos-de-projetos-de-irrigacao-sofrem-com-incidencia-de-cancer-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Hospital do Câncer a 1.200 quilômetros de distância é destino comum de moradores do sudoeste do estado. Projetos de agricultura irrigada podem estar por trás da questão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No projeto de assentamento Pirarucu, município de Formoso do Araguaia, no sudoeste do Tocantins, vivem dois agricultores chamados Pedro Pereira. A coincidência não para por aí — eles têm outras duas coisas em comum: jovens familiares acometidos por tumores e uma forte suspeita de que a contaminação por agrotóxicos esteja por trás desses diagnósticos. O neto de Pedro Pereira Mendes…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/10/camponeses-vizinhos-de-projetos-de-irrigacao-sofrem-com-incidencia-de-cancer-no-tocantins/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Empresa do agronegócio coleciona ilegalidades e cerca indígenas no Tocantins</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/empresa-do-agronegocio-coleciona-ilegalidades-e-cerca-indigenas-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Merlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
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		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo Diamante, que produz soja, arroz e feijão, é uma das empresas que mais comete crimes na região: de desmatamento a uso de agrotóxicos e trabalho análogo à escravidão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nuvem de pernilongos toma conta. O carro atola na beira da estrada. Após alguns minutos, com o veículo já desatolado, viramos em uma travessa e surge uma espécie de estacionamento, misto de depósito de entulho e carros que já viraram ferro velho. Ali, é preciso subir no capô da caminhonete e gritar com a máxima força, usando a buzina como auxílio para que as pessoas do outro lado de um canal…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/empresa-do-agronegocio-coleciona-ilegalidades-e-cerca-indigenas-no-tocantins/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Com financiamento milionário do Banco do Brasil, empresa ligada a “bet” desmatou terras indígenas no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Miotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bet]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[No Matopiba, frente de expansão da fronteira agrícola sobre o Cerrado, empresas beneficiam-se de estagnação nas demarcações e de licenciamentos ambientais para avançar sobre terras indígenas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entranhada no Cerrado maranhense, a aldeia Porquinhos abriga 892 indígenas do povo Canela Apãnjekra, segundo o último censo populacional brasileiro. Localizada na Terra Indígena (TI) de mesmo nome, a aldeia possui a estrutura circular característica das ocupações Timbira – família linguística do tronco Jê que inclui, além dos Canela, outros povos originários do Cerrado e da Amazônia…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/com-financiamento-milionario-do-banco-do-brasil-empresa-ligada-a-bet-desmatou-terras-indigenas-no-maranhao/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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