<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>soberania alimentar &#8211; O Joio e O Trigo</title>
	<atom:link href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/tag/soberania-alimentar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev</link>
	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 May 2025 17:59:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://ojoioeotrigo.celere.dev/wp-content/uploads/2026/08/favicon-2026-96x96.png</url>
	<title>soberania alimentar &#8211; O Joio e O Trigo</title>
	<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Alimento &#8216;forasteiro&#8217; mata cultura nativa em Goiás</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/02/alimento-forasteiro-mata-cultura-nativa-em-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 11:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[PAA]]></category>
		<category><![CDATA[PNAE]]></category>
		<category><![CDATA[soberania alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[unb]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://ojoioeotrigo.com.br/?p=5384</guid>

					<description><![CDATA[Município goiano expõe situação comum no Brasil, de dependência de alimentos vindos ‘de fora&#8217; e enfraquecimento de culturas locais Em pesados caminhões, frutas e verduras viajam todos os dias pelas estradas do Brasil até chegar à mesa da sua cozinha. O caminho pode incluir mudanças de cidade, estado e, até mesmo, de região. Uma batata [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pesados caminhões, frutas e verduras viajam todos os dias pelas estradas do Brasil até chegar à mesa da sua cozinha. O caminho pode incluir mudanças de cidade, estado e, até mesmo, de região. Uma batata inglesa é produzida no Sul de Minas Gerais, levada para a região metropolitana de Belo Horizonte e vendida para um supermercado no Nordeste ou Norte do país, podendo viajar centenas de…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/02/alimento-forasteiro-mata-cultura-nativa-em-goias/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil deve tomar a frente dos alimentos saudáveis, diz cabeça do agronegócio</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/01/brasil-deve-tomar-a-frente-dos-alimentos-saudaveis-diz-cabeca-do-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Zocchio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 13:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[in natura]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[soberania alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[tereza cristina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://ojoioeotrigo.com.br/?p=4939</guid>

					<description><![CDATA[Ex-ministro da agricultura, Alysson Paulinelli afirma em entrevista que o país precisa produzir mais frutas, legumes e verduras e valorizar a mão de obra rural]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma demanda mundial crescente por alimentos in natura, e o Brasil deve tomar a frente para atendê-la. Pode parecer inusitado, mas quem defende o protagonismo do país no cultivo e comércio de comida saudável é uma das principais cabeças pensantes do agronegócio brasileiro —um setor que produz commodities como soja e milho, que, não raro, servem para abastecer a indústria de ultraprocessados.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/01/brasil-deve-tomar-a-frente-dos-alimentos-saudaveis-diz-cabeca-do-agronegocio/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Peixe que domina as águas nacionais não é brasileiro</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/12/peixe-que-domina-as-aguas-nacionais-nao-e-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Fronckowiak Geitens]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 13:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[soberania alimentar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://ojoioeotrigo.com.br/?p=4765</guid>

					<description><![CDATA[O menor problema da tilápia é o hormônio de reversão sexual; são várias as polêmicas em torno do "eucalipto das águas"    ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tilápia é motivo de polêmicas no Brasil: o pescado exótico, de origens na África e no Oriente Médio, ganha as águas, o mercado e o prato dos brasileiros. Por outro lado, recebe a repulsa de ambientalistas e atenção de pesquisadores. Trazida para o Brasil em meados de 1970, a espécie é chamada de “galinha aquática”, porque se adapta muito bem aos vários tipos de ambientes, como rios, lagos…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/12/peixe-que-domina-as-aguas-nacionais-nao-e-brasileiro/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Censo Agropecuário, o latifúndio sobe e a produção familiar desce</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/11/no-censo-agropecuario-o-latifundio-sobe-e-a-producao-familiar-desce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Zocchio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2019 12:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[censo agro]]></category>
		<category><![CDATA[Censo Agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[latifúndio]]></category>
		<category><![CDATA[soberania alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[veneno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://ojoioeotrigo.com.br/?p=4655</guid>

					<description><![CDATA[Estabelecimentos com mais de mil hectares crescem e pequena agricultura diminui, segundo a pesquisa. Áreas com agrotóxico também aumentaram]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A música diz que o de cima sobe e o de baixo desce. É um verso conhecido que serve bem para o Brasil, mas, principalmente, para entender os dados do Censo Agropecuário de 2017. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a situação agrária do país divulgou o resultado consolidado no final de outubro. Nele, há dois retratos da distribuição de terras no campo.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/11/no-censo-agropecuario-o-latifundio-sobe-e-a-producao-familiar-desce/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
