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	<title>Nordeste &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
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	<title>Nordeste &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>A vida de quem faz uma cidade do agreste pernambucano ser o &#8220;berço da farinha de mandioca”</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/06/a-vida-de-quem-faz-uma-cidade-do-agreste-pernambucano-ser-o-berco-da-farinha-de-mandioca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Bezerra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[farinha]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[para segurar o céu]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Jupi, Pernambuco, a tradição de produção familiar nas casas de farinha atravessa gerações e é sinônimo de dignidade de pequenos agricultores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Para segurar o céu” é uma série de reportagens que investiga e mapeia iniciativas produtivas e modos de vida de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, comunidades tradicionais e camponeses. Nas investigações, contamos como a contribuição desses povos para o meio ambiente faz parte de algo amplo e que essas formas de vida não são alternativas sistêmicas, mas soluções sistêmicas…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/06/a-vida-de-quem-faz-uma-cidade-do-agreste-pernambucano-ser-o-berco-da-farinha-de-mandioca/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Nordeste está vivendo uma mudança nos hábitos alimentares?</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/03/o-nordeste-esta-vivendo-uma-mudanca-nos-habitos-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hellen Gouveia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento da oferta de ultraprocessados, padronização dos modos de vida e dados sobre consumo e saúde entre crianças preocupam, mas região resiste com saberes e práticas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É 6h35. O sol está despontando, mas já estamos atrasados: às quinta-feiras Caruaru acorda para trabalhar às 3h. A cidade das feiras começa cedo. A movimentação é grande. Pessoas com sacolas feitas de jeans já estão no caminho de volta. Em poucos minutos, chegamos no patrimônio imaterial brasileiro pelo Iphan, a Feira de Caruaru. Nossa ida é motivada pela pergunta: o Nordeste vive uma transição…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/03/o-nordeste-esta-vivendo-uma-mudanca-nos-habitos-alimentares/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Frutas: privatização de territórios irrigados no NE expulsa pequenos agricultores</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/04/frutas-privatizacao-de-territorios-irrigados-no-ne-expulsa-pequenos-agricultores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 12:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[fruticultura]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[No Rastro das Frutas de Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[Infraestrutura pública atende majoritariamente agronegócio exportador; comunidades locais se organizam contra implantação e expansão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É sábado e faz sol. Percorremos as ruas de Apodi, no Rio Grande do Norte, para chegar ao sindicato dos trabalhadores rurais da cidade. Quem vê de fora a casinha antiga pintada de verde não entende a razão do entra e sai de gente. Batizado? Casamento? Embora uma centena de pessoas estejam reunidas, lá dentro não acontece nenhuma festa. Pelo contrário. A razão do encontro é a instalação de mais um…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/04/frutas-privatizacao-de-territorios-irrigados-no-ne-expulsa-pequenos-agricultores/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nas cidades brasileiras que mais exportam frutas, realizar o sonho de viver da terra não é pra qualquer um</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/04/nas-cidades-brasileiras-que-mais-exportam-frutas-sonho-de-viver-da-terra-nao-e-pra-qualquer-um/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maíra Mathias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[fruticultura]]></category>
		<category><![CDATA[No Rastro das Frutas de Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[semiárido]]></category>
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					<description><![CDATA[Conflitos fundiários e por água marcam o cotidiano dos agricultores afetados pelos polos de exportação criados no Nordeste]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Da janela do avião se vê a Represa de Sobradinho. É fim de tarde em agosto e o maior lago artificial do Brasil reflete uma luz dourada. À medida que vamos nos aproximando da aterrissagem, outros elementos da paisagem se revelam. O que antes parecia uma colcha de retalhos, com formas verdes salpicando um fundo terroso, agora pode ser observado com detalhes. Árvores dispostas em fileiras…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2023/04/nas-cidades-brasileiras-que-mais-exportam-frutas-sonho-de-viver-da-terra-nao-e-pra-qualquer-um/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Recursos da alimentação escolar parados em conta, enquanto mães solo quilombolas e rurais do Nordeste vivem insegurança alimentar</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/11/alimentacao-escolar-fome-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Amâncio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 17:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[merenda]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[PNAE]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cidades do Maranhão e de Alagoas, estados com índices graves de fome, chega a faltar comida nas escolas. Biscoito e suco são mais comuns do que frutas e verduras. E nossas repórteres encontram milhares de reais parados nas contas das prefeituras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“No início das aulas leva de dois a três meses para chegar a merenda na escola. Neste ano, chegou só em maio, depois de muita briga na Secretaria [Municipal] de Educação. Eles falam que é falta de dinheiro. Faltou alimentação na maioria das escolas rurais, tem criança que até passou mal por falta da merenda. Sem merenda é sofrimento, pobreza total e muita luta.” Esse é o relato da mãe solo e…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/11/alimentacao-escolar-fome-nordeste/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No sertão, a fome não vem da seca</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/05/no-sertao-a-fome-nao-vem-da-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuela Rached Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Desmatamento e desmonte de políticas públicas remontam a um passado de escassez no semiárido nordestino, onde insegurança alimentar, queimadas e desertificação avançam a níveis recordes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem inventou a fome? “São os que comem”, atestou com propriedade Carolina Maria de Jesus (1914 – 1977), hoje considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras e, em seu tempo, sobrevivente da fome no Brasil. Num passado que antecedeu as obras de Carolina, a literatura nacional popularizava personagens vítimas da escassez de água e alimento durante as secas históricas que…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/05/no-sertao-a-fome-nao-vem-da-seca/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Unidos de coração: comida e amor (de verdade) na Paraíba</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/07/unidos-de-coracao-distribuicao-de-comida-e-amor-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathália Iwasawa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 14:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Sociedade civil arrecada comida, produtos de higiene e limpeza, e até materiais de construção. Projeto se fortalece e forma novos laços na pandemia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“O que nos move é o amor e o desejo de modificar a vida das pessoas”, diz Luciana Alcântara sobre o grupo “Corações que se Ajudam“, do qual é fundadora e atual coordenadora. A fala, saída direto de João Pessoa, capital da Paraíba, lembra a eterna alucinação de Belchior, de amar e mudar as coisas. Isso também lhes interessa mais. O “Corações” é fruto de um desejo de agir objetivamente na vida…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/07/unidos-de-coracao-distribuicao-de-comida-e-amor-na-paraiba/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Do charque até a ora-pro-nóbis: a luta pela soberania alimentar na Bahia</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/10/do-charque-ate-a-ora-pro-nobis-a-luta-pela-soberania-alimentar-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Fronckowiak Geitens]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 14:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Agricultores familiares mostram que ação local faz a diferença, mas, também, que políticas públicas têm de superar governos    
Por Juliana Fronckowiak Geitens, especial para o Joio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meu maior momento é a cozinha. Tô ali a mil: é casa pra limpar, prato pra lavar, mas, se tiver comida pra fazer, eu tô feliz da vida! Não tem estresse nem nada que me faça ficar triste”, conta Mara, com um largo sorriso. Assentamento Dois Riachões. Ibirapitanga. Bahia. Uma “regra”: quando tem evento, é Mara (Elismária Silva de Oliveira) quem cozinha. No almoço de encontro entre agricultores e…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/10/do-charque-ate-a-ora-pro-nobis-a-luta-pela-soberania-alimentar-na-bahia/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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