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	<title>Matopiba &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
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	<title>Matopiba &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>Enquanto soja avança, estados do Matopiba vivem redução de milhares de hectares colhidos de arroz, feijão e mandioca</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/enquanto-soja-avanca-estados-do-matopiba-vivem-reducao-de-milhares-de-hectares-colhidos-de-arroz-feijao-e-mandioca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[Agricultores de povos e comunidades tradicionais denunciam a perda de território, o aumento de pragas e o envenenamento de suas roças por fazendas sojeiras 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma visita realizada a três territórios quilombolas do leste do Maranhão, em 2025, Emília Costa se deparou com a seguinte realidade: comunidades historicamente produtoras de arroz passaram a comprar o grão. Articuladora do Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom), Costa explica que o cenário encontrado não foi exatamente uma surpresa. “As monoculturas chegaram com muita força…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/03/enquanto-soja-avanca-estados-do-matopiba-vivem-reducao-de-milhares-de-hectares-colhidos-de-arroz-feijao-e-mandioca/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Compro, arrendo: como o “Rei do Ovo” encurrala comunidades tradicionais no Piauí</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem de terras]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Magnata das granjas, brasileiro Ricardo Faria avança com produção agrícola em áreas com denúncias de conflitos por desmatamento e grilagem no Matopiba; fundos da Universidade de Harvard e bancos brasileiros injetaram recursos nas mesmas fazendas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores das comunidades tradicionais Angelim, Sete Lagoas e Vão do Vico vivem da terra e das fontes d’água que cortam os municípios de Baixa Grande do Ribeiro e Santa Filomena, no sul do Piauí. Há gerações, fazem roçados, criam animais, cobrem suas casas com a palha das palmeiras nativas. Seus modos de vida contrastam com o de Ricardo Faria, empresário brasileiro que entrou para a lista…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Gigante brasileira da soja e algodão, SLC arrenda terras com suspeita de grilagem no Matopiba</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/gigante-brasileira-da-soja-e-algodao-slc-arrenda-terras-com-suspeita-de-grilagem-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Título Verde, BlackRock e Vanguard financiam lavouras; segundo a empresa, arrendamento não abrange áreas desmatadas e não contraria sua Política Desmatamento Zero]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Nesta COP, tinha a Blue Zone, a Green Zone e a Agri Zone”, declarou Aurélio Pavinato, CEO da SLC Agrícola, em um espaço do agronegócio durante a primeira semana da COP30, em Belém do Pará. À frente das operações agrícolas de uma das maiores controladoras de terras no Brasil, Pavinato parabenizou o evento: “[a Agri Zone] vai ficar marcada na história da COP, vai colocar o agro brasileiro como…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/11/gigante-brasileira-da-soja-e-algodao-slc-arrenda-terras-com-suspeita-de-grilagem-no-matopiba/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Camponeses vizinhos de projetos de irrigação sofrem com incidência de câncer no Tocantins</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/10/camponeses-vizinhos-de-projetos-de-irrigacao-sofrem-com-incidencia-de-cancer-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Hospital do Câncer a 1.200 quilômetros de distância é destino comum de moradores do sudoeste do estado. Projetos de agricultura irrigada podem estar por trás da questão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No projeto de assentamento Pirarucu, município de Formoso do Araguaia, no sudoeste do Tocantins, vivem dois agricultores chamados Pedro Pereira. A coincidência não para por aí — eles têm outras duas coisas em comum: jovens familiares acometidos por tumores e uma forte suspeita de que a contaminação por agrotóxicos esteja por trás desses diagnósticos. O neto de Pedro Pereira Mendes…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/10/camponeses-vizinhos-de-projetos-de-irrigacao-sofrem-com-incidencia-de-cancer-no-tocantins/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Empresa do agronegócio coleciona ilegalidades e cerca indígenas no Tocantins</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/empresa-do-agronegocio-coleciona-ilegalidades-e-cerca-indigenas-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Merlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo Diamante, que produz soja, arroz e feijão, é uma das empresas que mais comete crimes na região: de desmatamento a uso de agrotóxicos e trabalho análogo à escravidão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nuvem de pernilongos toma conta. O carro atola na beira da estrada. Após alguns minutos, com o veículo já desatolado, viramos em uma travessa e surge uma espécie de estacionamento, misto de depósito de entulho e carros que já viraram ferro velho. Ali, é preciso subir no capô da caminhonete e gritar com a máxima força, usando a buzina como auxílio para que as pessoas do outro lado de um canal…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/empresa-do-agronegocio-coleciona-ilegalidades-e-cerca-indigenas-no-tocantins/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Com financiamento milionário do Banco do Brasil, empresa ligada a “bet” desmatou terras indígenas no Maranhão</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/com-financiamento-milionario-do-banco-do-brasil-empresa-ligada-a-bet-desmatou-terras-indigenas-no-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Miotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bet]]></category>
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		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[No Matopiba, frente de expansão da fronteira agrícola sobre o Cerrado, empresas beneficiam-se de estagnação nas demarcações e de licenciamentos ambientais para avançar sobre terras indígenas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entranhada no Cerrado maranhense, a aldeia Porquinhos abriga 892 indígenas do povo Canela Apãnjekra, segundo o último censo populacional brasileiro. Localizada na Terra Indígena (TI) de mesmo nome, a aldeia possui a estrutura circular característica das ocupações Timbira – família linguística do tronco Jê que inclui, além dos Canela, outros povos originários do Cerrado e da Amazônia…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/com-financiamento-milionario-do-banco-do-brasil-empresa-ligada-a-bet-desmatou-terras-indigenas-no-maranhao/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Títulos e empréstimos do HSBC ameaçam quebradeiras de coco babaçu no Matopiba</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/titulos-e-emprestimos-do-hsbc-ameacam-quebradeiras-de-coco-babacu-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório da organização ActionAid denuncia injeção de recursos do banco à Cargill, maior exportadora de soja do bioma; financiamentos ignoram emergência climática pondo babaçuais em risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Da palmeira, fazemos o aproveitamento integral. Desde a infância, usamos o babaçu para cobrir a casa, fazer esteiras, janelas e portas, aproveitamos o estrume das palmeiras que apodrecem no chão para adubo, fazemos leite de coco”, conta Maria Alaídes Alves de Sousa, 69, quebradeira de coco desde os oito anos de idade. “Apelidamos essa árvore de ‘mãe palmeira’, pois criou a nós, nossos filhos…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/09/titulos-e-emprestimos-do-hsbc-ameacam-quebradeiras-de-coco-babacu-no-matopiba/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grilagem no Matopiba ganha impulso com leis estaduais, denunciam advogados</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/grilagem-no-matopiba-ganha-impulso-com-leis-estaduais-denunciam-advogados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Naira Hofmeister]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Interpretação é que Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia possuem legislações que ignoram princípio da origem pública das terras, legitimando apropriações indevidas e ameaçando territórios de populações tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Legislações estaduais do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — estados que formam o Matopiba — estão permitindo a regularização de terras griladas e elevando a pressão sobre comunidades tradicionais da região. A conclusão é de advogados, pesquisadores e integrantes de movimentos sociais que se articulam para denunciar a situação e tentar revertê-la na Justiça. A mais recente dessas normas…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/grilagem-no-matopiba-ganha-impulso-com-leis-estaduais-denunciam-advogados/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Tocantins, mineradora alvo de ação judicial negligencia impactos sobre quilombolas</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/no-tocantins-mineradora-alvo-de-acao-judicial-negligencia-impactos-sobre-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Merlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Licenciamento sem consulta aos povos tradicionais foi autorizado pelo então presidente do órgão ambiental estadual, afastado por corrupção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em época de chuva, os moradores de Almas, no sudeste do Tocantins, costumavam sair de casa para procurar pepitas de ouro nas ruas. É o que conta Laelson Ribeiro de Souza, engenheiro agrônomo e liderança quilombola da comunidade Baião, localizada no município. A abundância do metal em Almas, conhecida como “capital do ouro” do Tocantins, contrasta com a recente escassez de um bem vital: a…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/no-tocantins-mineradora-alvo-de-acao-judicial-negligencia-impactos-sobre-quilombolas/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilhados e cercados pelo agronegócio, quilombolas aguardam titulação de território em Tocantins </title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/ilhados-e-cercados-pelo-agronegocio-quilombolas-aguardam-titulacao-de-territorio-em-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 13:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Dez anos após assinatura de decreto do Matopiba, integrantes de povos tradicionais sofrem com desmatamento, grilagem, ameaças, agrotóxicos e invasão de insetos
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Siran Nunes de Souza tem 42 anos e, “desde que se conhece por gente”, mora na comunidade quilombola Baião, no município de Almas, no Tocantins. Sua infância foi marcada pela fartura dos frutos do Cerrado, como pequi, mangaba, caju, murici, buriti. Cavalos e bois viviam soltos: cerca era uma palavra que não existia no vocabulário. Quando iam para a cidade, o transporte era feito a pé…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/07/ilhados-e-cercados-pelo-agronegocio-quilombolas-aguardam-titulacao-de-territorio-em-tocantins/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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