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	<title>Estado &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
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	<title>Estado &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>Uma mesquita na favela, alguns voluntários, muitas toneladas de solidariedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Hermanson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 14:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante três meses críticos, grupo em Embu das Artes ajudou a segurar a barra de moradores da região na pandemia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diego de Castro é um cara preocupado com o que acontece na vida dos familiares, por isso, costuma ficar de olho na caminhada de cada um. Quando o primo Otávio começou a frequentar uma mesquita na favela Cultura Física de Embu das Artes, município da região metropolitana de São Paulo, ele achou esquisito e decidiu investigar. Um dia, visitou o local e se impressionou (positivamente) com o que…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/07/uma-mesquita-na-favela-alguns-voluntarios-muitas-toneladas-de-solidariedade/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais do que nunca, se o campo não planta, a cidade não janta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mylena Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 00:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[A mensagem do MST e de outros coletivos de que é possível ser realmente solidário, sem marketing e levando à população comida de verdade, é explícita no discurso e, principalmente, nas ações. O Estado e as grandes empresas só não a escutam e colocam em prática porque tapam os ouvidos.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem feito, desde o início da pandemia, uma das campanhas solidárias mais amplas no país. Tudo começou em março, quando em alguns locais, os próprios assentamentos ou áreas de acampamento tomaram a iniciativa de fazer as primeiras doações. Em pouco tempo, a atitude inspirou outras regiões a seguir o exemplo. “Nos anos 80 e 90…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2020/07/mais-do-que-nunca-se-o-campo-nao-planta-a-cidade-nao-janta/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
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		<title>A resistência da indústria de alimentos pode custar caro. Para ela e para nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Peres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 09:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores depositam na conta das corporações a inércia política das últimas décadas e cobram adoção de um tratado global para frear danos à saúde e ao ambiente ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resistência da indústria de alimentos em aceitar a adoção de medidas para proteger a saúde pública custa caro para nós, como sociedade. Obesidade e desnutrição são dois dos maiores causadores de mortes no planeta, em especial nos países de média e baixa renda. Os custos ficam na casa dos trilhões de dólares ao ano. Mas a atuação contrária das corporações pode sair pela culatra.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2019/01/a-resistencia-da-industria-de-alimentos-pode-custar-caro-para-ela-e-para-nos/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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