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	<title>comunidades tradicionais &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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	<description>Jornalismo investigativo sobre alimentação, saúde e poder</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 12:43:15 +0000</lastBuildDate>
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	<title>comunidades tradicionais &#8211; O Joio e O Trigo</title>
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		<title>O veneno atravessa a cerca e destrói roças em todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa das perdas alimentares]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento do Joio localizou 67 processos envolvendo perdas de 55 tipos de cultivos e criações em 12 estados; demora nas perícias dificulta responsabilização de fazendeiros e usinas, enquanto agricultores familiares, povos indígenas e quilombolas são forçados a abandonar atividades produtivas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Mitã opyrõ hatã haguã ko yvyre” é uma reza repetida pelo povo indígena Avá-Guarani durante uma cerimônia importante para o seu nhanderekó, ou “modo de vida”: a apresentação de recém-nascidos para as roças. A frase pode ser traduzida como “para que possam as crianças pisar firmes nessa terra”. “É para que elas consigam se desenvolver sem doença, igual as sementes que vêm resistindo ao longo…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/08/o-veneno-atravessa-a-cerca-e-destroi-rocas-em-todo-o-brasil/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Enquanto escolas do campo são fechadas, programas educacionais do agronegócio se espalham pelo país</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/06/enquanto-escolas-do-campo-sao-fechadas-programas-educacionais-do-agronegocio-se-espalham-pelo-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Dolce]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocinho]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 25 anos, o Brasil viu desaparecer cerca de 110 mil unidades educacionais rurais; ensino contextualizado nos territórios corre risco de sumir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de sete anos resistindo, a Escola Estadual do Campo Manoel Sebastião Gonçalves, na zona rural de Tomazina (PR), sucumbiu a um destino cada vez mais comum para unidades deste tipo: o fim das atividades. Em dezembro de 2025, a Secretaria da Educação do Paraná fechou definitivamente a escola, alegando falta de alunos. Para o professor de história Marcos Aurélio de Assis…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/06/enquanto-escolas-do-campo-sao-fechadas-programas-educacionais-do-agronegocio-se-espalham-pelo-pais/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Catrapovos: a experiência que trocou ultraprocessados por alimentos locais na merenda de povos e comunidades tradicionais</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/05/catrapovos-a-experiencia-que-trocou-ultraprocessados-por-alimentos-locais-na-merenda-de-povos-e-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Erick Gimenes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Catrapovos]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escolar]]></category>
		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
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					<description><![CDATA[Rede de articulação criada no Amazonas influencia a criação de regra federal para compra de alimentos de comunidades tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma expedição ao remoto Pico da Neblina, em São Gabriel da Cachoeira (AM), em 2016, intrigou o procurador Fernando Merloto Soave, do Ministério Público Federal (MPF): se ele, um homem de 80 quilos, custava quase três dias para chegar ao local, como é que centenas de quilos de merenda poderiam cruzar suficientemente o caminho para abastecer as escolas de comunidades tão isoladas?</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/05/catrapovos-a-experiencia-que-trocou-ultraprocessados-por-alimentos-locais-na-merenda-de-povos-e-comunidades-tradicionais/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Compro, arrendo: como o “Rei do Ovo” encurrala comunidades tradicionais no Piauí</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bronoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[a última fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem de terras]]></category>
		<category><![CDATA[Matopiba]]></category>
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					<description><![CDATA[Magnata das granjas, brasileiro Ricardo Faria avança com produção agrícola em áreas com denúncias de conflitos por desmatamento e grilagem no Matopiba; fundos da Universidade de Harvard e bancos brasileiros injetaram recursos nas mesmas fazendas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores das comunidades tradicionais Angelim, Sete Lagoas e Vão do Vico vivem da terra e das fontes d’água que cortam os municípios de Baixa Grande do Ribeiro e Santa Filomena, no sul do Piauí. Há gerações, fazem roçados, criam animais, cobrem suas casas com a palha das palmeiras nativas. Seus modos de vida contrastam com o de Ricardo Faria, empresário brasileiro que entrou para a lista…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2026/02/compro-arrendo-como-o-rei-do-ovo-encurrala-comunidades-tradicionais-no-piaui/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prisão, destruição de rancho e operação policial na Bahia reacendem debate sobre criminalização da luta por territórios tradicionais</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/05/prisao-destruicao-de-rancho-e-operacao-policial-na-bahia-reacendem-debate-sobre-criminalizacao-da-luta-por-territorios-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 14:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[perseguição]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento popular, entidades e assessoria jurídica que atuam na região denunciam perseguição política; manifestação reivindica liberdade para os detidos e regularização fundiária]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última segunda-feira (19), as comunidades de fundo e fecho de pasto Brejo Verde e Aparecida do Oeste, localizadas no município de Correntina, no Oeste da Bahia, amanheceram na presença de forças de segurança. Segundo moradores, os agentes desembarcaram de oito viaturas das polícias civil e militar e arrombaram casas sem apresentar mandado de busca ou explicar o que procuravam.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/05/prisao-destruicao-de-rancho-e-operacao-policial-na-bahia-reacendem-debate-sobre-criminalizacao-da-luta-por-territorios-tradicionais/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o mercado regulado de carbono vai impactar povos e comunidades tradicionais?</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/02/como-o-mercado-regulado-de-carbono-vai-impactar-povos-e-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Tabosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova lei cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e prevê porcentagem mínima de pagamento para projetos de carbono em territórios tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A convocação de Darysa Yanomami ecoa clara e forte: “Quero que vocês, brancos, escutem minhas palavras e defendam nossa floresta”. Uma das autoras do livro Diários Yanomami: Testemunhos da destruição da floresta, Darysa fez o pedido durante o lançamento da obra, em julho do ano passado. Maior floresta tropical do planeta, a Amazônia é muito procurada por desenvolvedores de projetos de…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2025/02/como-o-mercado-regulado-de-carbono-vai-impactar-povos-e-comunidades-tradicionais/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Caubóis do carbono da Inglaterra dirigem projetos com ameaças e controle de terras na Amazônia</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2024/06/cowboys-carbono-policial-fazendeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Merlino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colapso climático]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[faroeste carbono]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunidades do Pará denunciam empresa ligada a um grupo britânico e a um ex-PM de São Paulo que forjou contratos abusivos em áreas públicas sem conhecimento do governo e em troca de uma bolsa mensal de 130 reais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 2023, o pecuarista Leide Gerônimo enviou um vídeo para um grupo de WhatsApp formado por moradores da cidade e de comunidades de Portel, no interior do Pará. Nele, vê-se uma pessoa caída, muito ensanguentada e já sem movimentos, sendo esfaqueada e tendo a pele arrancada. Após a reação de susto dos participantes do grupo, o vídeo foi apagado. A postagem se deu em um período em…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2024/06/cowboys-carbono-policial-fazendeiros/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Bioeconomia, a &#8216;evolução do agro&#8217; que mira na sociobiodiversidade brasileira</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/07/bioeconomia-a-evolucao-do-agro-que-mira-na-sociobiodiversidade-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 18:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o apoio do governo e instituições financeiras, agronegócio se apropria de  discurso sustentável e tecnológico para buscar lucros em áreas preservadas por povos tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine possuir um hotel com 100 quartos e só poder alugar 20 deles. O que fazer com esses espaços vazios que sobram? No setor hoteleiro, o pessoal daria seu jeito. Mas isso é o mesmo que estão fazendo o agronegócio e seus correlatos, enquanto tentam se reinventar com uma palavra do momento para não ficar para trás nas discussões sobre meio ambiente e sustentabilidade. A palavra é bioeconomia.</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/07/bioeconomia-a-evolucao-do-agro-que-mira-na-sociobiodiversidade-brasileira/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Racismo ambiental, uma ameaça para a alimentação, cultura e modos de vida de comunidades tradicionais</title>
		<link>https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/04/racismo-ambiental-uma-ameaca-para-a-alimentacao-cultura-e-modos-de-vida-de-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luisa Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[racismo ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista, Andrew Toshio Hayama, defensor público do Vale do Ribeira, fala sobre o fenômeno que afeta povos que dependem de seus territórios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas, indústrias e empreendimentos sempre avançaram sobre áreas verdes e o seguem fazendo, com discurso de desbravamento e mais recentemente de inovação e ambientalismo. Mas esquecem ou fingem esquecer que meio ambiente não é só fauna e flora, mas tudo aquilo que coexiste em um ecossistema – inclusive, pessoas. O episódio quatro da quinta temporada do Prato Cheio discute sobre isso a…</p>
<p><a href="https://ojoioeotrigo.celere.dev/2022/04/racismo-ambiental-uma-ameaca-para-a-alimentacao-cultura-e-modos-de-vida-de-comunidades-tradicionais/" rel="nofollow">Source</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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